A construção de uma educação transformadora
O mundo encontra-se em processo constante de mudanças devido a diversos fatores que caracterizam os dias atuais: globalização,a inserção de novas tecnologias, novos paradigmas, preocupação com temas ambientais, relações étnico-raciais,sociais,entre outras questões.
A educação no século XXI deve estar atenta a essas transformações que ocorrem proporcionando aos educandos a garantia de uma preparação adequada, pautada na formação de cidadãos críticos e capazes de transformar a sua realidade.
No entanto, a construção de uma nova educação que atenda as exigências da contemporaneidade demanda enfrentar muitos desafios, dentre eles está a reformulação do objetivo que é destinado ao processo educativo, no qual ainda se pensa que a escola deve ser reprodutora de saberes prontos, priorizando apenas a decodificação e o domínio de cálculos.
Desse modo, outro fator que se caracteriza como um desafio é a própria prática pedagógica que deve ser sempre reavaliada ,baseada num processo constante de reflexão e formação continuada,sem que o docente seja visto como o detentor do saber.
Vale ressaltar, que a educação que se busca construir, deverá priorizar os conhecimentos prévios construídos pelos alunos e a partir dai desenvolver competências e habilidades para que este indivíduo possa conviver com as diferenças presentes em seu cotidiano.Sendo assim, o espaço escolar deverá ser um ambiente estimulador,democrático que possibilite a interdisciplinariedade,o desenvolvimento da competência linguística, a criticidade,bem como a formação de valores e atitudes essenciais ao ser humano.
terça-feira, 29 de maio de 2012
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
CÓDIGO DE ÉTICA DO PSICOPEDAGOGO-É ESSENCIAL CONHECER!
LEIS, CÓDIGOS E DIRETRIZES CÓDIGO DE ÉTICA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSICOPEDAGOGIA - ABPp Reformulado pelo Conselho Nacional e Nato do biênio 95/96 CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS Artigo 1º A psicopedagogia é um campo de atuação em Saúde e Educação que lida com o processo de aprendizagem humana; seus padrões normais e patológicos, considerando a influência do meio _ família, escola e sociedade _ no seu desenvolvimento, utilizando procedimentos próprios da psicopedagogia. Parágrafo único A intervenção psicopedagógica é sempre da ordem do conhecimento relacionado com o processo de aprendizagem Artigo 2º A Psicopedagogia é de natureza interdisciplinar. Utiliza recursos das várias áreas do conhecimento humano para a compreensão do ato de aprender, no sentido ontogenético e filogenético, valendo-se de métodos e técnicas próprios. Artigo 3º O trabalho psicopedagógico é de natureza clínica e institucional, de caráter preventivo e/ou remediativo. Artigo 4 Estarão em condições de exercício da Psicopedagogia os profissionais graduados em 3º grau, portadores de certificados de curso de Pós-Graduação de Psicopedagogia, ministradoem estabelecimento de ensino oficial e/ou reconhecido, ou mediante direitos adquiridos, sendo indispensável submeter-se à supervisão e aconselhável trabalho de formação pessoal. Artigo 5 O trabalho psicopedagógico tem como objetivo: (i) promover a aprendizagem, garantindo o bem-estar das pessoas em atendimento profissional, devendo valer-se dos recursos disponíveis, incluindo a relação interprofissional; (ii) realizar pesquisas científicas no campo da Psicopedagogia. CAPÍTULO II DAS RENPONSABILIDADES DOS PSICOPEDAGOGOS Artigo 6º São deveres fundamentais dos psicopedagogos: A) Manter-se atualizado quanto aos conhecimentos científicos e técnicos que tratem o fenômeno da aprendizagem humana; B) Zelar pelo bom relacionamento com especialistas de outras áreas, mantendo uma atitude crítica, de abertura e respeito em relação às diferentes visões do mundo; C) Assumir somente as responsabilidades para as quais esteja preparado dentro dos limites da competência psicopedagógica; D) Colaborar com o progresso da Psicopedagogia; E) Difundir seus conhecimentos e prestar serviços nas agremiações de classe sempre que possível; F) Responsabilizar-se pelas avaliações feitas fornecendo ao cliente uma definição clara do seu diagnóstico; G) Preservar a identidade, parecer e/ou diagnóstico do cliente nos relatos e discussões feitos a título de exemplos e estudos de casos; H) Responsabilizar-se por crítica feita a colegas na ausência destes; I) Manter atitude de colaboração e solariedade com colegas sem ser conivente ou acumpliciar-se, de qualquer forma, com o ato ilícito ou calúnia. O respeito e a dignidade na relação profissional são deveres fundamentais do psicopedagogo para a harmonia da classe e manutenção do conceito público. CAPÍTULO III DAS RELAÇÕES COM OUTRAS PROFISSÕES Artigo 7º O psicopedagogo procurará manter e desenvolver boas relações com os componentes das diferentes categorias profissionais, observando, para este fim, o seguinte: A) Trabalhar nos estritos limites das atividades que lhes são reservadas; B) Reconhecer os casos pertencentes aos demais campos de especialização; encaminhando-os a profissionais habilitados e qualificados para o atendimento; CAPÍTULO IV DO SIGILIO Artigo 8º O psicopedagogo está obrigado a guardar segredo sobre fatos de que tenha conhecimento em decorrência do exercício de sua atividade. Parágrafo Único Não se entende como quebra de sigilio, informar sobre cliente a especialistas comprometidos com o atendimento. Artigo 9º O psicopedagogo não revelará, como testemunha, fatos de que tenha conhecimento no exercício de seu trabalho, a menos que seja intimado a depor perante autoridade competente. Artigo 10º Os resultados de avaliações só serão fornecidos a terceiros interessados, mediante concordância do próprio avaliado ou do seu representante legal . Artigo 11º Os prontuários psicopedagógicos são documentos sigilosos e a eles não será franqueado o acesso a pessoas estranhas ao caso. CAPÍTULO V DAS PUBLICAÇÕES CIENTIFICAS Artigo 12º Na publicação de trabalhos científicos, deverão ser observadas as seguintes normas: a) A discordância ou críticas deverão ser dirigidas à matéria e não ao autor; b) Em pesquisa ou trabalho em colaboração, deverá ser dada igual ênfase aos autores, sendo de boa norma dar prioridade na enumeração dos colaboradores àquele que mais contribuir para a realização do trabalho; c) Em nenhum caso, o psicopedagogo se prevalecerá da posição hierarquia para fazer publicar em seu nome exclusivo, trabalhos executados sob sua orientação; d) Em todo trabalho científico deve ser indicada a fonte bibliográfica utilizada, bem como esclarecidas as idéias descobertas e ilustrações extraídas de cada autor. CAPÍTULO VI DA PUBLICIDADE PROFISSIONAL Artigo 13º O psicopedagogo ao promover publicamente a divulgação de seus serviços, deverá faze-lo com exatidão e honestidade. Artigo 14º O psicopedagogo poderá atuar como consultor científico em organizações que visem o lucro com venda de produtos, desde que busque sempre a qualidade dos mesmos. CAPÍTULO VII DOS HONORÁRIOS Artigo 15º Os honorários deverão ser fixados com cuidado, a fim de que representem justa retribuição ao serviços prestados e devem ser contratados previamente. CAPÍTULO VIII DAS RELAÇÕES COM SAÚDE E EDUCAÇÃO Artigo 16º O psicopedagogo deve participar e refletir com as autoridades competentes sobre a organização, implantação e execução de projetos de Educação e Saúde Pública relativo às questões psicopedagógicas. CAPÍTULO IX DA OBSERVÂNCIA E CUMPRIMENTO DO CÓDIGO DE ÉTICA Artigo 17º Cabe ao psicopedagogo, por direito, e não por obrigação, seguir este código. Artigo 18º Cabe ao Conselho Nacional da ABPp orientar e zelar pela fiel observância dos princípios éticos da classe. Artigo 19º O presente código só poderá ser alterado por proposta do Conselho da ABPp e aprovado em Assembléia Geral. CAPÍTULO X DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 20º O presente código de ética entrou em vigor após sua aprovação em Assembléia Geral, realizada no V Encontro e II Congresso de Psicopedagogia da ABPp em 12/07/1992, e sofreu a 1ª alteração proposta pelo Congresso Nacional e Nato no biênio 95/96, sendo aprovado em 19/07/1996, na Assembléia Geral do III Congresso Brasileiro de Psicopedagogia da ABPp, da qual resultou a presente solução. FONTE: ABPP NACIONAL |
LEIS, CÓDIGO E DIRETRIZES DO PSICOPEDAGOGO
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Sobre a Psicopedagogia
A Psicopedagogia é um área nova e por isso requer conhecimento de vários aspectos: as diretrizes básicas, o perfil do profissional,as áreas de abrangência e atuações do psicopedagogo, suas atribuições e competências e principalmente o código de ética formulado pela Associação Brasileira de Psicopedagogia.Sendo assim, é primordial que esse profissional tenha também uma incessante busca por conhecimentos relacionados especialmente a saúde mental,distúrbios, síndromes,transtornos,já que esta é uma área que está inserida no campo da Educação e da Saúde e se ocupa dos problemas de aprendizagem.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Jogos para desenvolver a tenção e concentração
A atenção e a concentração são extremamente importantes e podem ser desenvolvidos pelos educadores de forma prazerosa, através de jogos e brincadeiras.Segue abaixo uma sugestão excelente de jogo da memória para ser utilizado e que pode ser variado de acordo com o tema trabalhado pelo professor e de interesse das crianças. As variações podem ser frutas, animais,plantas,ou temas do projeto trabalhado.Outra variação muito boa é o quebra-cabeça, noo qual o educador vai imprimir a foto, plastifica-la e recortar em partes.Os jogos devem ser vistos pelo educador como um ferramenta importante e indispensável em sua sala e não apenas como uma estratégia a ser utilizada de forma esporádica e em situações especiais.
Por Jamile Mascarenhas
Jogo da memória com fotos das crianças
Objetivos :
-Divertir-se com o jogo da memória
- Compartilhar de um mesmo jogo com o grupo de colegas
- Conhecer as regras do jogo da memória
Tempo estimado
Mínimo de quinze minutos e máximo de 30 minutos para cada situação de aprendizagem
Material necessário
Pares de cartões com fotos das crianças da turma, tamanho mínimo de 10X10
Cartolina ou papel mais resistente
Plástico adesivado para encapar
Desenvolvimento das atividades
1. Tirar fotos das crianças e imprimir cada uma duas vezes para confeccionar os cartões
Informar às crianças que as fotos estão sendo tiradas para confecção do jogo da memória. Recortar as fotos e colar na cartolina mostrando para as crianças conforme forem ficando prontas.
2. Apresentar o jogo
Em roda mostrar o jogo e organizar as peças para que as crianças vejam como se joga. Inicialmente propor o jogo da memória aberto (com as imagens voltadas para cima) e propor para que determinadas crianças encontrem os pares.
Deixar que as crianças manuseiem os cartões, sem pressa de que se apropriem das regras convencionais.
3. Organizar mesas com no máximo cinco crianças para que possam jogar o jogo em diferentes momentos
Levar outros jogos que as crianças já conheçam (ex. quebra cabeça, jogos de montar, quebra-gelo) e organizar grupos de crianças para jogá-los.
Caso haja mais de uma educadora na turma, uma pode dar apoio aos grupos que estiverem jogando os jogos já conhecidos, enquanto a outra fica na mesa do jogo da memória. Caso não haja outra educadora, organizar primeiro os grupos que jogarão os jogos já conhecidos.
Deixar que as crianças joguem sem fazer intervenções sistemáticas nas jogadas de cada uma. A educadora pode ser uma das participantes do jogo e servir como modelo para as crianças. Promover o rodízio das crianças para que a maioria jogue todos os jogos.
4. Garantir momentos na rotina semanal para que as crianças joguem o jogo da memória
Durante o período de recepção das crianças, no término do dia enquanto aguardam a chegada dos pais são boas opções para o contato com o jogo da memória
5. Criar novos jogos e variações do jogo da memória
Após o jogo tornar-se bastante conhecido, pode-se pesquisar variações do jogo da memória, tais como lince (um tabuleiro grande com imagens pequenas que as crianças devem procurar a partir de cartões com imagens duplicadas) .
Avaliação
Devem-se criar pautas de observação para analisar as diferentes maneiras como as crianças jogam e o grau de envolvimento de cada uma delas. A partir da análise das pautas o educador pode fazer os ajustes com relação ao grau de dificuldade do jogo, com isso propor novos desafios e variações.
- Compartilhar de um mesmo jogo com o grupo de colegas
- Conhecer as regras do jogo da memória
Tempo estimado
Mínimo de quinze minutos e máximo de 30 minutos para cada situação de aprendizagem
Material necessário
Pares de cartões com fotos das crianças da turma, tamanho mínimo de 10X10
Cartolina ou papel mais resistente
Plástico adesivado para encapar
Desenvolvimento das atividades
1. Tirar fotos das crianças e imprimir cada uma duas vezes para confeccionar os cartões
Informar às crianças que as fotos estão sendo tiradas para confecção do jogo da memória. Recortar as fotos e colar na cartolina mostrando para as crianças conforme forem ficando prontas.
2. Apresentar o jogo
Em roda mostrar o jogo e organizar as peças para que as crianças vejam como se joga. Inicialmente propor o jogo da memória aberto (com as imagens voltadas para cima) e propor para que determinadas crianças encontrem os pares.
Deixar que as crianças manuseiem os cartões, sem pressa de que se apropriem das regras convencionais.
3. Organizar mesas com no máximo cinco crianças para que possam jogar o jogo em diferentes momentos
Levar outros jogos que as crianças já conheçam (ex. quebra cabeça, jogos de montar, quebra-gelo) e organizar grupos de crianças para jogá-los.
Caso haja mais de uma educadora na turma, uma pode dar apoio aos grupos que estiverem jogando os jogos já conhecidos, enquanto a outra fica na mesa do jogo da memória. Caso não haja outra educadora, organizar primeiro os grupos que jogarão os jogos já conhecidos.
Deixar que as crianças joguem sem fazer intervenções sistemáticas nas jogadas de cada uma. A educadora pode ser uma das participantes do jogo e servir como modelo para as crianças. Promover o rodízio das crianças para que a maioria jogue todos os jogos.
4. Garantir momentos na rotina semanal para que as crianças joguem o jogo da memória
Durante o período de recepção das crianças, no término do dia enquanto aguardam a chegada dos pais são boas opções para o contato com o jogo da memória
5. Criar novos jogos e variações do jogo da memória
Após o jogo tornar-se bastante conhecido, pode-se pesquisar variações do jogo da memória, tais como lince (um tabuleiro grande com imagens pequenas que as crianças devem procurar a partir de cartões com imagens duplicadas) .
Avaliação
Devem-se criar pautas de observação para analisar as diferentes maneiras como as crianças jogam e o grau de envolvimento de cada uma delas. A partir da análise das pautas o educador pode fazer os ajustes com relação ao grau de dificuldade do jogo, com isso propor novos desafios e variações.
Quer saber mais?
Bibliografia:
Crianças Pequenas Reinventam a Aritmética, Constance Kamii; Leslie Baker Housman
- 2.ed. Implicações da teoria de Piaget, Artmed, 2002
Crianças Pequenas Reinventam a Aritmética, Constance Kamii; Leslie Baker Housman
- 2.ed. Implicações da teoria de Piaget, Artmed, 2002
Ana Paula Yazbek
Pedagoga formada pela Usp, é sócia-diretora do Berçário Espaço da Vila, que atende crianças
entre 0 e 3 anos. Atua em projetos de formação de educadores.
Pedagoga formada pela Usp, é sócia-diretora do Berçário Espaço da Vila, que atende crianças
entre 0 e 3 anos. Atua em projetos de formação de educadores.
fonte revista :nova escolahttp://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/0-a-3-anos/jogo-memoria-fotos-criancas-427926.shtml
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
LEITURA PARA BEBÊS
QUANDO A CRIANÇA É ACOSTUMADA DESDE CEDO A MANUSEAR OS LIVROS, OUVIR HISTÓRIAS, A LINGUAGEM É DESPERTADA E O GOSTO PELA LEITURA TAMBÉM. ESSE VÍDEO MOSTRA COMO PODEREMOS TRABALHAR PARA INCENTIVAR DESDE CEDO O GOSTO PELOS LIVROS.
JAMILE MASCARENHAS
http://revistaescola.abril.com.br/creche-pre-escola/video-projeto-entorno-leitura-bebes-635109.shtml
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